Curso de Física Quântica e Espiritualidade – O Lado Oculto das Coisas

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Programação do Final de Semana – 18 e 19 de junho de 2016

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Programação de Abril de 2016

ProgramaçãoAbril2016

Programação Março e Abril 2016

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Palestras Públicas – Março 2016

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Curso de Introdução a Teosofia

Curso de Introdução a Teosofia

A Loja Teosófica Unidade promove o Curso de Introdução a Teosofia, para aqueles que querem entender os pontos de base da Doutrina Teosófica.

Tem por o objetivo de estimular a investigação proporcionando aos participantes um ponto de partida para o estimulante conhecimento teosófico. Segue abaixo a programação completa:

  1. Histórico
    1.  O que é Teosofia ou Filosofia Esotérica
    2. A Origem do termo
    3. Os Filaleteus
    4. A Teosofia na Idade Média
    5. A Teosofia Moderna
    6. A Sociedade Teosófica
    7. A era Pós Blavatsky
    8. Teosofia e a Sociedade Teosófica hoje
  2. A Unidade
    1. A Causa primeira de todas as coisas
    2. Conceito de Deus ou da divindade para Teosofia
  3. O Homem
    1. A natureza setenária do homem
      1. O corpo físico (Sthula-sharira)
      2. O corpo energético (Prana)
      3. O corpo astral (Linga-sharira)
      4. O corpo mental inferior (Kama-rupa)
      5. O mental superior (Manas)
      6. O corpo causal (Buddhi)
      7. Atma
  4. O processo entre duas vidas
    1. O Processo da morte e pós-morte
    2. A vivência no mundo espiritual (Kama-loka e Devachan)
    3. A reencarnação
    4. A vida, um aprendizado
  5. A Lei
    1. A Lei da causa e efeito
  6. O Cosmos
    1. Dias e noite de Bhrama
    2. Do macrocosmo ao microcosmo
  7. O Caminho Espiritual
    1. O Discipulado
    2. O Autoconhecimento

Selo da Sociedade Teosófica

Um símbolo tem por objetivo expressar uma ideia. O emblema da Sociedade Teosófica reúne vários símbolos e tem por objetivo expressar o conjunto de seu ideal. No topo do emblema a sílaba sagrada AUM, em sânscrito, é a representação gráfica e sonora (OM) do mistério do PRINCÍPIO UNO, manifestado em seus três aspectos – A Trindade. A letra “A” representa o nome de Vishnu (O Preservador); “U”, o nome de Shiva (O Destruidor), e M, o de Brahmâ (O Criador); é o nome místico da Divindade, a palavra mais sagrada de todas na Índia, a expressão laudatória ou glorificadora com que começam os Vedas e todos os livros sagrados ou místicos.
Os dois triângulos equiláteros entrelaçados simbolizam o Universo como dualidade Espírito – Matéria. O de vértice para cima é o do Fogo, Espírito ou Pai; o de vértice para baixo é o da Água, Matéria ou Mãe. Os lados do triângulo do Fogo, entre outras coisas significam Existência, Consciência e Bem-Aventurança; os do triângulo da Água significam as três características da Matéria: Inércia, Movimento e Equilíbrio. Os doze lados iguais formados pelo cruzamento das linhas da figura consideradas em conjunto, representam os “dozes deuses” da Cabala e de outras religiões antigas, os doze signos do Zodíaco, os doze meses do ano.
A cruz ansata simboliza o Espírito mergulhado na Matéria e nela está crucificado, porém que ressuscitou da morte permanecendo triunfante nos braços do vitimário já vencido e, por isso, é considerada a “Cruz da Vida”, o símbolo da Imortalidade.
A cruz suástica (cruz alada ou cruz de fogo) é o símbolo da energia vertiginosa que cria um Universo. Ao contrário do que muitos acreditam, a suástica é usada há mais de três mil anos pelos chineses, tibetanos, antigas nações germânicas; encontrada também entre os bompas e budistas; usada como símbolo do budismo esotérico, figurando a frente de todos os símbolos religiosos de todas as nações antigas, sendo o mais sagrado e místico símbolo da Índia. Tem estreita relação e até identidade com a cruz cristã. Como diagrama místico de bom augúrio “svástika”, ou seja, signo de saúde, não mantém relação alguma com o símbolo usado na Segunda Grande Guerra. A serpente que morde a própria cauda é o milenar símbolo da Eternidade, o círculo sem começo nem fim em que todos os universos crescem e declinam, nascem e morrem.

Palestra Pública – 17 de janeiro 2016

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Atividade da Loja Unidade domingo, dia 10/01

Neste domingo, dia 10/01/2016, não teremos atividades públicas na Loja Unidade. Em breve colocaremos aqui nossa programação de 2016.

Fraternalmente,

Loja Unidade

Estudo sobre as Yogasutras de Patañjali

Patanjali

Os Yoga Sutra (ou Aforismos do Yoga) são o texto clássico sobre a teoria e prática do Yoga tradicional.1 Foi escrito por Patañjali, que teria nascido no noroeste da Índia, e que se tornou conhecido por ensinar essa disciplina no sul do país. Alguns autores acreditam que tenha vivido aproximadamente no tempo de Siddharta Gautama, o Buda, no século V a.C., mas é mais provável que tenha vivido entre o século II a.C. e o século III d.C.2

O texto compõe-se de 196 aforismos divididos em quatro capítulos que tratam do método do Yoga para libertar o praticante das transformações materiais e da morte (sutra IV, 33) devolvendo-o à sua natureza autêntica (sutras IV, 34 e I, 3). Os quatro capítulos são os seguintes:

1. Samādhi Pāda – que trata da definição do samadhi, um estado meditativo da mente, e dos processos para alcançar esse estado;

2. Sādhana Pāda – que trata da prática que leva ao estado meditativo e dos obstáculos que podem ser encontrados;

3. Vibhūti Pāda – que trata dos resultados obtidos com a prática da meditação profunda (samyama) e que são conhecimentos e habilidades especiais;

4. Kaivalya Pāda – que trata do objetivo final do Yoga proposto nos Sutras, o estado de identificação do praticante com todo o Universo, produzindo o isolamento (Kaivalyam) que dá nome ao capítulo.

O Yoga ensinado nos Sutra é conhecido como Raja Yoga, Yoga clássico ou Yoga do Samkhya. De fato é do sistema Samkhya que os Sutras extraem a teoria que dá sustentação à respectiva proposta prática.

Os Sutra são um tipo de composição literária sânscrita que tem a finalidade de facilitar a memorização de um assunto complexo. Extremamente concisos, apresentam o assunto de forma linear, em que cada aforismo decorre naturalmente do anterior. Seu estilo de compor o assunto com pouquíssimas palavras torna muito difícil a respectiva leitura, ainda que facilite a memorização. Por essa razão, os sutras são frequentemente acompanhados por comentários mais extensos produzidos por mestres de várias épocas, com vista ao melhor entendimento de seu conteúdo.

O mais celebrado comentário aos Sutra de Patanjali é conhecido como Mahabhashya, cuja autoria foi atribuída a Vyasa, o autor do épico Mahabharata. Ainda que haja dúvidas sobre a identidade do seu verdadeiro autor, este comentário é o mais autorizado sobre os Yoga Sutra.

Acredita-se que o quarto capítulo dos Sutra possa ter sido composto muito tempo depois dos outros três, como uma reação ao crescimento do Budismo no norte da Índia. Não há contudo evidências desse fato, para além da análise literária do conteúdo do próprio texto.

Fonte: Wikipedia